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Duvidas
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Não, a Massagem Tântrica é uma ferramenta da Terapia Tântrica, pode ser feita quando quiser para autoconhecimento, potencializar as sensações, diminuir tenções físicas e emocionais...
Já a Terapia Tântrica é para casos mais específicos como, ejaculação precoce, traumas relacionados a sexualidade, bloqueios... Com um acompanhamento diferenciado e exercícios para fazer em casa, indicado no mínimo 10 sessões uma vez por semana par melhores resultados.
Depende.
1. Por exemplo: Se você busca a sessão para autoconhecimento, potencializar as sensações... E já se sente confortável para ficar nu na primeira sessão, sim!
2. Se, você procura ajuda para superar um trauma de abuso sexual ou bloqueios... Será no seu tempo, no mínimo duas sessões só de meditação tântrica e sensitive.
Não. Massagem tântrica não envolve sexo.
É uma prática terapêutica corporal, baseada em toque consciente, respiração e presença.
Não há ato sexual, performance, nem objetivo de excitação sexual.
Quando ocorrem sensações prazerosas, elas são respostas naturais do corpo a relaxamento e estímulos sensoriais — não a uma interação sexual.
Ejaculação precoce quando acontece por condicionamento, falta de tonificação na região pélvica ou por ansiedade, a Terapia gera bons resultados (depende também da dedicação da pessoa).
No mínimo 10 sessões (vai depender da individualidade de cada caso), a primeira é uma sessão de analise, temos exercícios de pompoarismo para ajudar no caso feito em casa e nas sessões também.
A massagem tântrica pode ajudar a entar em processos de reconexão corporal, especialmente para pessoas que sofreram abusos ou traumas.
Do ponto de vista terapêutico, o trabalho corporal consciente pode ajudar a:
• restaurar a sensação de segurança no corpo
• reconstruir limites e percepção corporal
• reduzir estados de hiperalerta
• ressignificar o toque de forma gradual e respeitosa
Tudo é conduzido com consentimento claro, ritmo individual e possibilidade de interromper a qualquer momento.
A massagem tântrica pode contribuir para a educação sexual no sentido de consciência corporal, não como ensino de práticas sexuais.
Ela ajuda a pessoa a compreender o próprio corpo, reconhecer limites, diferenciar toque consciente de estímulo sexual e desenvolver uma relação mais saudável com o prazer e o autocuidado.
Do ponto de vista educativo e terapêutico, ela pode favorecer:
• percepção corporal e sensorial
• compreensão de consentimento e limites
• redução de culpa e ansiedade associadas ao corpo
• educação sobre respostas fisiológicas naturais (excitação, relaxamento, prazer)
• reconexão respeitosa com o corpo
É importante reforçar que:
• não se trata de aula prática sexual
• não há estímulo sexual com finalidade erótica
• o foco é educação somática e emocional, não desempenho
O cérebro responde fortemente ao que é novo
O cérebro é altamente sensível à novidade sensorial.
Quando um estímulo nunca vivido (ou pouco explorado) ocorre — como um toque lento, contínuo e consciente — há ativação de áreas como:
Sistema límbico (emoções e memória corporal)
Córtex somatossensorial (percepção do toque)
Sistema dopaminérgico (atenção e aprendizado)
A novidade gera aumento de dopamina, que não é apenas o “hormônio do prazer”, mas principalmente o hormônio da atenção e da aprendizagem corporal.
👉 O corpo fica mais presente e responsivo.
2. Redução do controle cognitivo e aumento da resposta corporal
Estímulos novos e não mecânicos reduzem a atuação do córtex pré-frontal, área ligada ao controle, antecipação e performance.
Ao mesmo tempo, há maior ativação do sistema nervoso autônomo, especialmente quando:
o ritmo é lento
o toque é imprevisível
não há exigência de resposta
Isso permite que o corpo saia do “modo automático” e responda de forma reflexa e espontânea, sem esforço mental.
3. Integração entre sistema nervoso simpático e parassimpático
Em práticas corporais conscientes, ocorre algo pouco comum na rotina diária:
Ativação simultânea do relaxamento (parassimpático)
Com excitação sensorial controlada (simpático)
Essa integração cria um estado fisiológico propício para:
ondas de prazer difusas
descargas neuroenergéticas
respostas orgásticas não condicionadas
Não se trata de excitação sexual dirigida, mas de liberação neurofisiológica.
4. O corpo pode responder sem estímulo genital direto
Biologicamente, o orgasmo não é exclusivamente genital.
Ele é um evento neuromuscular central, coordenado pelo cérebro e pela medula espinhal.
Quando estímulos novos:
atravessam múltiplas vias sensoriais
não seguem o padrão estímulo–expectativa–resultado
ocorrem em estado de segurança e relaxamento
o corpo pode liberar respostas intensas, inclusive orgásticas, sem que isso tenha sido buscado ou provocado mecanicamente.
Porque respostas espontâneas:
não reforçam padrões compulsivos
não dependem de descarga rápida
reorganizam a percepção corporal
Após esse tipo de liberação, há aumento de:
oxitocina (regulação emocional)
serotonina (bem-estar e estabilidade)
sensação de integração corporal
👉 O corpo aprende uma nova forma de sentir, não apenas de descarregar tensão.
🧠 A diferença central está na intenção e no processamento.
Neurofisiologia
Refere-se ao funcionamento do sistema nervoso e do corpo diante de estímulos sensoriais, emocionais e internos.
Na prática corporal terapêutica, envolve:
• ativação de receptores sensoriais da pele
• processamento do toque no sistema nervoso central
• regulação do sistema nervoso autônomo
• liberação de neurotransmissores e hormônios
Características:
• resposta involuntária do corpo
• não depende de intenção sexual
• ocorre mesmo sem foco genital
• está ligada à segurança, presença e novidade
• promove integração corporal e autorregulação
Exemplos de respostas neurofisiológicas:
• relaxamento profundo
• ondas de prazer difuso
• tremores, calor, arrepios
• liberação emocional
• respostas orgásticas espontâneas
Tudo isso é mediado pelo cérebro e pela medula, não por desejo sexual consciente.
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